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Export — do Harmony para SVG, PDF, AI

O Octo Vector Bridge é uma ponte nos dois sentidos. O importador traz arte vetorial para dentro do Harmony; o Export tira a arte vetorial de um drawing para fora — como SVG, PDF ou AI — com as quatro art layers, a espessura exata por ponto e as cores reais.

Ele tem o próprio botão na toolbar Octo Tools, ao lado do importador: Octo Vector Bridge — Exporter.

Por que existe

O Harmony não tem export vetorial que um estúdio consiga usar. O PDF do Write node achata toda linha para uma largura só, descarta transparência, exporta só Line Art e Colour Art, e fica preto com qualquer efeito ou rig na rede. O utransform não lista SVG, e o PDF dele sai em branco.

O Export lê o próprio desenho via Drawing.query.getData, não o render. Por isso é imune a rig, cutter e efeito por construção, vê as quatro art layers, e uma linha de lápis chega com a espessura com que foi desenhada.

A janela

  1. Drawings to export — uma árvore de Read nodes, com as quatro art layers como filhas de cada drawing. Abre já preenchida com os nós selecionados no Node View. O botão + no cabeçalho da lista acrescenta mais — From Node View selection ou qualquer Read node From scene… — e remove o drawing selecionado. A coluna Frames diz quantos frames o nó expõe e, em cada art layer, quantos deles têm vetor.
  2. FramesAll exposed (todo frame em que o nó mostra um drawing), Current frame, ou um Range.
  3. Art layers — marcadas por drawing, abaixo dele na árvore: Overlay, Line Art, Colour Art, Underlay. Dois tipos de linha ficam acinzentados com o motivo na coluna Frames: bitmap quando o toggle da própria art layer no nó está em Bitmap (o Export escreve só vetor, então a layer não exportaria nada), e empty quando uma layer Vector não tem arte em nenhum frame exposto. Uma layer vazia nunca é chamada de bitmap.
  4. Output — a pasta, o formato, o layout e o Crop to content. Skip empty exposures vem ligado: uma exposição sem arte na art layer não gera arquivo. Desligue para gravar um arquivo vazio e manter a numeração contínua.

Formatos

Formato Mantém espessura por ponto? Notas
SVG sim, como data-widths o formato de round-trip: o OVB reimporta com a pressão intacta
PDF não — uma largura por linha fills, cores e alfa exatos do Harmony; abre em qualquer lugar
AI não — uma largura por linha os bytes do PDF com a extensão do Illustrator (.ai é um contêiner PDF desde o Illustrator 9); abre no Illustrator com os caminhos editáveis

PDF e AI não têm traço de largura variável no próprio formato, então a janela mostra uma nota fixa enquanto um deles está escolhido. Se você precisa que a pressão desenhe fora do OVB, converta as linhas em contornos preenchidos no seu editor vetorial — a geometria e o dado de espessura estão lá.

Preenchimentos com gradiente saem nos três formatos: no SVG como <linearGradient>/<radialGradient>, no PDF e no AI como shadings de verdade. O handle que você posicionou no Harmony é a geometria.

Formatos de bitmap

O Export não é só uma porta de vetor. Qualquer art layer vetorial pode sair em pixels, no formato que o pipeline do Harmony realmente lê: TGA, PNG, JPG ou TIF.

Formato Transparência Observações
TGA sim o que o pipeline do Harmony escreve; a escolha mais segura para round-trip
PNG sim sem perda, abre em qualquer lugar, o padrão
TIF sim sem perda, para trabalho que sai do Harmony
JPG não com perda, e arte sobre fundo vazio cai sobre um fundo branco

O JPG mostra um aviso fixo enquanto está escolhido, pelo mesmo motivo do PDF: é o único formato que muda a imagem.

O bitmap sai do vetor, desenhado no tamanho do próprio documento. Não é render: sem câmera, sem efeito, sem composite. Quem quer a imagem renderizada usa o Write node do Harmony.

Uma art layer em modo Bitmap no nó só sai como bitmap: não há vetor nela para ler, então o toggle de Output fica travado em bitmap.

Vetor ou bitmap, por art layer

Cada art layer tem um toggle de Output na terceira coluna da árvore: vetor ou bitmap, com os mesmos dois glifos do importador e do Octo Scene Assembler. Em que arquivo isso vira é decidido uma vez, no card Output: Vector Format para SVG, PDF ou AI, e Bitmap Format para TGA, PNG, JPG ou TIF. É o mesmo modelo dos exportadores do Blender e do Maya, então se aprende uma vez.

Uma art layer em modo Bitmap tem o toggle travado em bitmap. Escolher Single file, grouped desabilita os toggles, porque um arquivo agrupado é um documento vetorial; as linhas bitmap ficam de fora, e o tooltip diz isso.

A saída bitmap é renderizada na resolução da cena e recortada pelo quadro da câmera: arte fora da câmera não é exportada. O combo Bitmap Format diz isso no hover, para o fato ficar onde a escolha é feita.

Layout

  • Separate files per art layer<node>/<OL|LA|CA|UL>/0001.svg. As mesmas pastas que o importador do OVB lê, então um export reimporta no lugar com cada art layer na própria layer.
  • Single file, art layers as groups<node>/0001.svg com <g id="UL">, <g id="CA">, <g id="LA">, <g id="OL"> em ordem de pintura. A forma que um site ou o Illustrator quer.

Crop to content

Desligado, o viewBox do arquivo é o field da câmera, exatamente o que o importador espera — o export reimporta onde estava. Ligado, o viewBox aperta na arte mais uma margem: sem o espaço em branco do tamanho do field em volta de um ícone. Recortar muda o viewBox e nada mais; as coordenadas no arquivo são idênticas nos dois casos.

Round-trip

Exporte em Separate files, sem recorte, para uma pasta; abra o importador e adicione essa pasta como drawing. Fills voltam como fills, linhas de lápis como linhas de lápis com a pressão, cada art layer na própria layer. O leitor que torna isso possível é o mesmo que o importador usa para puxar arte existente de um nó, e é testado para fazer round-trip exato.

Sequências longas

O Export anda frame a frame e pode ser cancelado entre frames. Um drawing exposto em vários frames é lido uma vez e escrito uma vez por frame, então a indexação por frame do importador sobrevive.